segunda-feira, 2 de agosto de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
Nossos passos
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Raridades

Um pouco de poesia e suavidade na vida não faria mal a ninguém.
Se víssemos mais pureza nas atitudes humanas e as pessoas agissem dessa forma também, com menos maldade e melhores intenções, as gentilezas não seriam surpresa entre as pessoas.
Um pouco de pureza não seria nada mal também.
Hoje, a honestidade virou notícia nos telejornais. Atitudes de pessoas que devolvem dinheiro que encontraram em sacos de lixo, de outros que entregam aos reais donos, algo de valor que tenham encontrado ou sido entregue a eles por engano, virou assunto de uma página nos jornais.
Estranho em meu ver, pois a honestidade deveria ser obrigação e não uma atitude extraordinária. Hoje a falta dela é mais comum que se imagina, já a preservação dela é tão rara quanto encontrar uma agulha no palheiro.
Se víssemos mais pureza nas atitudes humanas e as pessoas agissem dessa forma também, com menos maldade e melhores intenções, as gentilezas não seriam surpresa entre as pessoas.
Um pouco de pureza não seria nada mal também.
Hoje, a honestidade virou notícia nos telejornais. Atitudes de pessoas que devolvem dinheiro que encontraram em sacos de lixo, de outros que entregam aos reais donos, algo de valor que tenham encontrado ou sido entregue a eles por engano, virou assunto de uma página nos jornais.
Estranho em meu ver, pois a honestidade deveria ser obrigação e não uma atitude extraordinária. Hoje a falta dela é mais comum que se imagina, já a preservação dela é tão rara quanto encontrar uma agulha no palheiro.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
O que te deixa disposto (a)?

Muitas coisas podem deixar uma pessoa mais disposta. Não tô falando de red bull, tô falando de...
Lê aí..
Um novo amor, um grande amor bem bonitinho, certinho e muito intenso pode te deixar disposto a mil coisas.
Para outros, um super salário, oportunidade de fazer belas viagens e a chance de ter o melhor carro.
Para mim a coisa que me deixa muito disposta. É trabalhar. Sim, fazer o que eu gosto. E outro detalhe. Quanto mais trabalho, mais disposição tenho, mais feliz fico e a vontade de fazer outras mil coisas aparece.
O trabalho me motiva, me dá aquele empurrão que preciso para fazer coisas mais malucas. Criar, escrever, filosofar...risos
Viver é bom e para mim o trabalho, é um grande fator motivador.
Descubra aquilo que te impulsiona para a realização dos seus sonhos e te deixa feliz e poste aqui.
Beijo, me liga...risos
Fui!
Um novo amor, um grande amor bem bonitinho, certinho e muito intenso pode te deixar disposto a mil coisas.
Para outros, um super salário, oportunidade de fazer belas viagens e a chance de ter o melhor carro.
Para mim a coisa que me deixa muito disposta. É trabalhar. Sim, fazer o que eu gosto. E outro detalhe. Quanto mais trabalho, mais disposição tenho, mais feliz fico e a vontade de fazer outras mil coisas aparece.
O trabalho me motiva, me dá aquele empurrão que preciso para fazer coisas mais malucas. Criar, escrever, filosofar...risos
Viver é bom e para mim o trabalho, é um grande fator motivador.
Descubra aquilo que te impulsiona para a realização dos seus sonhos e te deixa feliz e poste aqui.
Beijo, me liga...risos
Fui!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Situações em que o silêncio é melhor

Algumas situações e diante de algumas pessoas o silêncio é a melhor resposta.
Abaixo alguns exemplos
Diante dos que medem forças pelo dinheiro que tem e não pela capacidade de conquistar amigos ou espaço profissional por mérito: Silêncio.
Aos que começam a discutir um assunto com seis ou dez pessoas e levantam a voz para se fazer ouvir e defender um ponto de vista furado. Silêncio.
Aos arrogantes por natureza e ignorantes por opção. Silêncio.
Aos que se utilizam de meios desonestos para conquistar “fama”, para parecerem boas pessoas e dizem uma coisa na frente das pessoas, mas se comportam se forma diferente pelas costas. Para estas pessoas, dediquei sabe o que? Silêncio.
Para aqueles que se fazem de santos dentro da igreja e não praticam meio mandamento: Silêncio.
Aos hipócritas, que fazem questão de parecer ser pessoas perfeitas diante da sociedade, que se dizem burguesia e no final das contas têm atitudes pequenas como, por exemplo, bater na esposa. A esses: Silêncio.
Porque silêncio a todos estes? Porque se calar diante da arrogância, da burrice, ignorância ou hipocrisia é a maior vingança que uma pessoa totalmente oposta, pode dar a essas pessoas.
Felizes aqueles que diariamente exercitam o silêncio diante das pessoas de atitudes pequenas e felizes daqueles que dentro da própria humildade, conseguem a cada dia manter-se vivo, feliz e pode olhar nos olhos das pessoas quando fala com elas.
O silêncio vale mais a pena quando através dele podemos mostrar que amigos não se compram e opiniões e inteligência também nunca estiveram à venda.
Abaixo alguns exemplos
Diante dos que medem forças pelo dinheiro que tem e não pela capacidade de conquistar amigos ou espaço profissional por mérito: Silêncio.
Aos que começam a discutir um assunto com seis ou dez pessoas e levantam a voz para se fazer ouvir e defender um ponto de vista furado. Silêncio.
Aos arrogantes por natureza e ignorantes por opção. Silêncio.
Aos que se utilizam de meios desonestos para conquistar “fama”, para parecerem boas pessoas e dizem uma coisa na frente das pessoas, mas se comportam se forma diferente pelas costas. Para estas pessoas, dediquei sabe o que? Silêncio.
Para aqueles que se fazem de santos dentro da igreja e não praticam meio mandamento: Silêncio.
Aos hipócritas, que fazem questão de parecer ser pessoas perfeitas diante da sociedade, que se dizem burguesia e no final das contas têm atitudes pequenas como, por exemplo, bater na esposa. A esses: Silêncio.
Porque silêncio a todos estes? Porque se calar diante da arrogância, da burrice, ignorância ou hipocrisia é a maior vingança que uma pessoa totalmente oposta, pode dar a essas pessoas.
Felizes aqueles que diariamente exercitam o silêncio diante das pessoas de atitudes pequenas e felizes daqueles que dentro da própria humildade, conseguem a cada dia manter-se vivo, feliz e pode olhar nos olhos das pessoas quando fala com elas.
O silêncio vale mais a pena quando através dele podemos mostrar que amigos não se compram e opiniões e inteligência também nunca estiveram à venda.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Que em 2010...
Nossa chance de mudar o que queremos e por isso...
Fale o que sempre desejou falar;
Sinta o que sempre esperou sentir;
Ande pelo caminho que sempre quis andar;
Comemore o que sempre desejou conquistar;
E realize os sonhos que sempre desejou realizar.
Feliz Natal e um ano de 2010 iluminado.
É o que desejo a todos os meus amigos e até aos que não vão com a minha cara.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Terra suporta cada vez menos o impacto ecológico da atividade humana
Deste jeito 2012 que nada, 2010 mesmo tudo vai pelos ares.
E viva a burrice e ganância do ser humano!

E viva a burrice e ganância do ser humano!

"A Terra suporta cada vez menos o impacto ecológico das atividades humanas: o planeta precisa de 18 meses para gerar os recursos que a humanidade consome em um ano, segundo um estudo de um grupo de pesquisas privado americano publicado nesta terça-feira.
Os dados levantados em 100 países pela Global Footprint Network, de defesa do meio ambiente, indicam que a humanidade consome recursos e produz dióxido de carbono (CO2), principal gás de efeito estufa, a um ritmo 44% maior do que a natureza pode produzir e absorver.
O estudo revela também uma crescente disparidade entre os países com relação ao impacto ecológico por habitante.
Se todos os habitantes da Terra vivessem como um americano médio, seria necessário o equivalente a cinco planetas para produzir os recursos alimentícios e energéticos consumidos e absorver o CO2 emitido.
"E se cada um consumisse como o europeu médio, seriam necessários dois planetas e meio", calcularam também os autores do estudo.
"As ameaças que estamos enfrentando, como a mudança climática, o desmatamento, a diminuição da pesca, a super-utilização da água doce, são sintomas de uma tendência alarmante", indicaram.
A Global Footprint Network, que tem sede em Oakland na Califórnia (oeste), calcula todos os anos desde sua criação em 2003 a chamada "impressão ecológica" de mais de 100 países e da humanidade em seu conjunto.
Este indicador determina a superfície de terra e de água necessárias para produzir recursos que uma população determinada consome e para absorver os dejetos produzidos.
"Calcula o potencial de produção de recursos da natureza, como são utilizados e por quem", explica a organização.
Os dados, derivados de inúmeras fontes, entre elas a ONU e as estatísticas de diversos governos, mostram que entre 2005 e 2006 o impacto ecológico da humanidade aumentou quase 2%, devido a um crescimento da população e do consumo de recursos por pessoa.
Em 10 anos, o impacto do homem sobre a natureza aumentou 22%, enquanto a biocapacidade, quantidade de recursos que a natureza pode produzir, se manteve constante e pode inclusive ter diminuído, segundo a Global Footprint Network.
Em 1961, todo o planeta usava pouco mais da metade da biocapacidade da Terra. Agora, 80% dos países usam mais biocapacidade do que dispõem dentro de suas fronteiras. Importam recursos, esvaziam seus próprios estoques e enchem a atmosfera e os oceanos de CO2.
Apesar destes dados preocupantes, existem meios para corrigir esta trajetória, disse Mathis Wackernagel, presidente da Global Footprint Network.
"Estas tendências mostram que é do interesse de cada país atuar sem esperar para ter êxito em um mundo com recursos cada vez mais limitados, aconteça o que acontecer no cenário mundial", indicou em um comunicado em referência à conferência da ONU sobre o clima de dezembro em Copenhague, onde é muito improvável que se consiga alcançar um acordo obrigatório para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa".
Os dados levantados em 100 países pela Global Footprint Network, de defesa do meio ambiente, indicam que a humanidade consome recursos e produz dióxido de carbono (CO2), principal gás de efeito estufa, a um ritmo 44% maior do que a natureza pode produzir e absorver.
O estudo revela também uma crescente disparidade entre os países com relação ao impacto ecológico por habitante.
Se todos os habitantes da Terra vivessem como um americano médio, seria necessário o equivalente a cinco planetas para produzir os recursos alimentícios e energéticos consumidos e absorver o CO2 emitido.
"E se cada um consumisse como o europeu médio, seriam necessários dois planetas e meio", calcularam também os autores do estudo.
"As ameaças que estamos enfrentando, como a mudança climática, o desmatamento, a diminuição da pesca, a super-utilização da água doce, são sintomas de uma tendência alarmante", indicaram.
A Global Footprint Network, que tem sede em Oakland na Califórnia (oeste), calcula todos os anos desde sua criação em 2003 a chamada "impressão ecológica" de mais de 100 países e da humanidade em seu conjunto.
Este indicador determina a superfície de terra e de água necessárias para produzir recursos que uma população determinada consome e para absorver os dejetos produzidos.
"Calcula o potencial de produção de recursos da natureza, como são utilizados e por quem", explica a organização.
Os dados, derivados de inúmeras fontes, entre elas a ONU e as estatísticas de diversos governos, mostram que entre 2005 e 2006 o impacto ecológico da humanidade aumentou quase 2%, devido a um crescimento da população e do consumo de recursos por pessoa.
Em 10 anos, o impacto do homem sobre a natureza aumentou 22%, enquanto a biocapacidade, quantidade de recursos que a natureza pode produzir, se manteve constante e pode inclusive ter diminuído, segundo a Global Footprint Network.
Em 1961, todo o planeta usava pouco mais da metade da biocapacidade da Terra. Agora, 80% dos países usam mais biocapacidade do que dispõem dentro de suas fronteiras. Importam recursos, esvaziam seus próprios estoques e enchem a atmosfera e os oceanos de CO2.
Apesar destes dados preocupantes, existem meios para corrigir esta trajetória, disse Mathis Wackernagel, presidente da Global Footprint Network.
"Estas tendências mostram que é do interesse de cada país atuar sem esperar para ter êxito em um mundo com recursos cada vez mais limitados, aconteça o que acontecer no cenário mundial", indicou em um comunicado em referência à conferência da ONU sobre o clima de dezembro em Copenhague, onde é muito improvável que se consiga alcançar um acordo obrigatório para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa".
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